Crónicas de um Viciado
- 11 de nov. de 2015
- 2 min de leitura
Tanto poderia ser dito sobre o Mitsubishi Lancer Evolution IV, e eu sou uma pessoa tão pouco qualificada para o fazer.

Se estive à beira de dois deles na minha vida foi muito, e seriam carros de rally, mas isso não me impediu de desenvolver uma enorme paixão pelo Evo.
Aquilo que me deixa louco por este carro não é o facto de ser um Mitsubishi, nem o facto de ser um bom carro de competição, ou alguma espécie de rivalidade pessoal minha contra o Subaru Impreza, e aproveito para dizer que gosto bastante desse carro. Mas o Lancer é um veículo diferente, enquanto no caso do "Scooby" o motor é um boxer de 4 cilindros com tracção integral em quase todas as suas versões, o Mitsubishi reserva as "coisinhas boas" para versões de performance, nomeadamente, os Evolution.

E é essa filosofia que me fascina, o conceito de pegar num pequeno familiar e o transformar numa máquina destruídora de universos com 280 cavalos contados por baixo.
Porquê o IV? Porque foi o primeiro da segunda geracão, dando origem a um novo design, muito mais agressivo, mas ainda assim mantendo alguma elegância que se perdeu depois com o V e os seus brutos alargamentos. Mas podia facilmente ter feito esta crónica sobre o VI, o VII, o I, o II ou o III, o raciocínio seria o mesmo.

Esse raciocínio é simplesmente que o Mitsubishi Lancer Evo é um dos carros de 4 portas mais competentes de sempre, com um palmarés desportivo que o comprova de olhos fechados, mas que é muito mais do que um carro bom, é sim um carro perfeitamente capaz de despertar emoções e paixões absolutamente características de carros exóticos. É racional, mas muito emocional, é virtualmente perfeito.

Caramba, adoro este carro.
























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